Peritos da aviação civil da África Central analisam

segurança e navegação aérea na capital são-tomense

Vitrina 10 Out As autoridades da aviação civil da África Central congratularam-se hoje com o apoio financeiro e técnica da União Europeia com vista a criar regulamentos para facilitar os transportes aéreos e a movimentação de pessoas e bens nesta região.

 “O principal desafio é, sem dúvida, ajudar a Agencia de Supervisão da Segurança Aérea na África Central a melhorar o seu papel na região”, disse o diretor do Instituto da Aviação Civil são-tomense, na abertura hoje, na capital são-tomense, dos trabalhos da 7ª Reunião do Comité de Regulação e a 3ª do Comité Jurídico para a melhoria do transporte aéreo em África.

“Nós sabemos também que esse é o único quadro que poderá conduzir a resultados - já obtidos por outras regiões do mundo mais desenvolvidos – de melhoria na conectividade aérea inter-regional e contribuir para o crescimento económico no continente”, acrescentou Ineas Sardinha.

Durante quatro dias, representantes de Angola, Burundi, Camarões, Gabão, Guiné Equatorial, Republica Centro Africana, Congo Brazzaville e da Republica Democrática do Congo (RDC) analisam recomendações e o regulamento sobre a aviação civil da comunidade dos Países da África Central e discutir também e o futuro da organização.

A União Europeia (EU) financia e dá apoio técnico no quadro dessa comunidade ao projeto ATA-AC que visa a melhoria dos transportes aéreos na África Central

Um projeto que tem três componentes, nomeadamente apoio a criação de uma agência regional, formação de quadros das autoridades da aviação da África central e elaboração de um plano de ação de remodelação dos principais aeródromos da região.

O evento que decorre até quinta-feira está subdividido em várias reuniões paralelas para discutir a elaboração da regulamentação técnica no domínio da licença de pessoal, exploração das aeronaves, navegabilidade das aeronaves e no domínio dos aeródromos.

O delegado da União Europeia neste encontro, Yves Koning, lembrou que São Tomé e Príncipe ainda não se enquadra nestas áreas em discussão.

“Será necessário depois ver como São Tomé e Príncipe poderá encostar-se a essa agência e aproveitar-se dessa regulamentação comunitária. Mas isso é um assunto que requerer reflexão posterior com vista a obter uma solução”, disse. M. Barros

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