Segunda força da oposição são-tomense exorta governo a negociar baixa de preço dos combustíveis com empresa fornecedora

Política 30 de Abril de 2016 Vitrina O Partido da Convergência Democrática (PCD), segunda força política da oposição são-tomense exortou esta sexta-feira o governo a negociar com a Empresa de Combustíveis e Óleo (ENCO) a redução dos preços dos combustíveis.

 “Enquanto o custo do petróleo vem caindo significativamente no mercado internacional, o governo mantém o alto preço de venda dos combustíveis no mercado nacional, contribuindo deste modo para agravar a situação de vida dos são-tomenses”, indica o PCD em comunicado.

“O PCD exorta o governo a negociar com a Enco a baixa do preço da gasolina, gasóleo e do petróleo (de uso doméstico), diz o PCD, acreditando que “esta ação iria ao encontro dos anseios dos operadores económicos e seria um importante contributo para aliviar o sofrimento dos pescadores, agricultores, taxista, jovens desempregados e da população em geral”.

A ENCO é uma empresa de capital maioritário da Sonangol que detém cerca de 78% e é a principal fonte de abastecimento do arquipélago com o carburante.

O Partido da Convergência Democrática diz que a economia do país “vai de mal a pior”, o custo de vida agravou-se nos últimos dois anos.

“O poder de compra baixou consideravelmente, os empresários estão descapitalizados e as empresas estão a entrar em falência”, sublinha o comunicado do PCD lido pelo seu presidente, Arlindo de Carvalho.

O agravamento da situação de crise energética que o país vive há pouco mais de dois meses mereceu duras críticas do segundo maior partido da oposição são-tomense.

“O governo elegeu água e energia como apostas desta governação. Porém, o que temos vindo a assistir é uma manifesta incapacidade e incompetência ao nível destes setores como nunca visto nos últimos tempos”, lê-se no comunicado.

O PCD manifestou-se também “inquieto” com as condições de funcionamento do atual Tribunal Constitucional.

 “Este tribunal não está devidamente composto e desde a sua instalação, tem funcionado sem lei inerente a sua organização o que é extremamente grave para a nossa democracia”, explica o PCD.

“Sendo o tribunal constitucional um tribunal eleitoral superior, não se compreende que às portas das eleições presidenciais, este tribunal que é o mais alto órgão do estado para a fiscalização das eleições, não esteja devidamente composto”, lamente esta força política que exige a completa composição deste tribunal para “garantir a lisura e transparência de todo o processo eleitoral. M.Barros

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